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Publicada em: 20/06/2016 -



PRESERVAÇÃO - Esta é mais uma etapa do processo de recuperação dos monumentos históricos

Painel de azulejo do século passado será restaurado



Por Secretaria de Comunicação Social
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Obra – assinada por Francisco Parlagreco e datada em 1955 – faz alusão ao período colonial do Brasil
Obra – assinada por Francisco Parlagreco e datada em 1955 – faz alusão ao período colonial do Brasil


Painel de azulejo pintado à mão reúne índios, jesuíta e colonizadores no mesmo cenário. A obra do século passado será a próxima a ser restaurada e posteriormente instalada em outro local assim que os trabalhos estiverem concluídos. Esta é mais uma etapa do processo de recuperação dos monumentos elaborado pelo Departamento de Cultura, que visa preservar a história enraizada na Cidade.

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A obra – assinada por Francisco Parlagreco e datada em 1955 – faz alusão ao período colonial do Brasil, e atualmente está na Garagem Municipal, local onde funcionava a antiga Colônia de Férias da Associação Paulista de Belas Artes, nome que deu origem ao atual bairro Belas Artes.

Nascido em 3 de setembro de 1916, região da Sicília-Itália, Francisco Parlagreco estudou na Escola de Artes e Ofícios do Rio Grande do Sul e aos 28 anos ingressou na Associação Paulista de Belas Artes (APBA). Atuou como desenhista comercial, ilustrador de livros e pintor. Faleceu em São Paulo no ano de 1974.

As ruas da região do Belas Artes receberam nomes de artistas de relevante importância para o país, entre eles: Pedro Américo (1857 – 1941), Rodolfo Amoedo (1850 – 1899), Almeida Junior (1832 – 1899), Victor Meirelles (1832 – 1903), Antonio Parreras (1860 – 1937) e Eliseu Visconti (1866 – 1944), entre outros.

Desde o início, em 2014, o processo de restauração é de responsabilidade do artista plástico Ronaldo Lopes, que já recuperou as estátuas ‘Paulo Pica-pau’, ‘Mulheres de Areia’, ‘Zeca Poitena’, ’Cruzeiro’, ‘Busto de Martin Afonso de Souza’, além da limpeza da placa histórica do Museu Conceição de Itanhaém.

CAMPANHA – A Prefeitura de Itanhaém participa de campanha antivandalismo intitulada ‘Só quem não conhece nossa história é capaz de destruí-la’, com a finalidade de despertar a importância de preservar os monumentos que retratam memórias da segunda cidade mais antiga do país. O ato de vandalismo contra o patrimônio público é crime. Denúncias podem ser feitas pelo telefone da Guarda Civil Municipal (199).



Palavra-chave: manutencao    preservacao    recuperacao  



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