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BANDEIRA |
A
bandeira de Itanhaém
é esquartelada
em cruz, sendo os quartéis
de azul constituídos
por quatro faixas brancas
carregadas sobre faixas
vermelhas.
Elas
ficam dispostas duas
a duas no sentido
horizontal e vertical,
partindo dos vértices
de um losango central
onde está localizado
o brasão municipal.
O
escudo clássico
flamenco-ibérico,
apelidado também
de escudo português,
lembra no brasão
a herança recebida
pela heráldica
brasileira da nação
colonizadora, principal
formadora da nacionalidade.
A
coroa mural que o
sobrepõe,
é o símbolo
universal dos brasões
de domínio que,
sendo de prata, de oito
torres, das quais apenas
cinco são visíveis
em perspectiva no desenho,
classifica a cidade
de segunda grandeza,
ou seja, sede de Comarca.
A
cor azul do campo
do escudo é o símbolo
heráldico da
justiça, nobreza,
preseverança,
zelo, lealdade, formosura
e recreação.
Em abismo (centro ou
coração
do escudo), o cavalo
de prata, armado e blindado
de vermelho, vem a se
constituir no timbre
da Casa de Vimieiros,
por ser a Condessa desse
título, dona
Mariana de Souza Guerra,
neta de Martin Afonso
de Souza, que instituiu
a mesma vila em sede
da donatária
de 100 (cem) léguas
da costa.
Na
parte superior do
escudo e ponto de
honra do mesmo, a
crescente e a flor
de lis em prata,
representam o símbolo
da padroeira, Nossa
Senhora da Conceição,
e que evoca o primitivo
da vila Conceição
de Itanhaém.
A
cor do metal prata,
simboliza na heráldica:
paz, trabalho, amizade,
audácia e coragem.
Nos ornamentos exteriores,
a haste do fumo e o
galho do café
fortificados são
atribuídos às
armas do Império
do Brasil, homenagem
prestada por Itanhaém
aos vultos eminentes
da Independência.
Na
fita vermelha, em
letras prateadas,
a divina
"Angulus Ridet"que significa
'recanto risonho', 'local
aprazível' ou
'ponto escolhido'.
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| BRASÃO |
O
escudo clássico flamenco-ibérico, apelidado também de escudo português, lembra no brasão a herança recebida pela heráldica brasileira da nação
colonizadora, principal
formadora da nacionalidade.
A
coroa mural que o sobrepõe, é o símbolo universal dos brasões de domínio que, sendo de prata, de oito torres, das quais apenas cinco são visíveis
em perspectiva no desenho,
classifica a cidade de
segunda grandeza, ou seja,
sede de Comarca.
A
cor azul do campo do escudo é o símbolo heráldico da justiça, nobreza, preseverança, zelo, lealdade, formosura e recreação. Em abismo (centro ou coração do escudo), o cavalo de prata, armado e blindado de vermelho, vem a se constituir no timbre da Casa de Vimieiros, por ser a Condessa desse título, dona Mariana de Souza Guerra, neta de Martin Afonso de Souza, que instituiu a mesma vila em sede da donatária de 100 (cem) léguas
da costa.
Na
parte superior do escudo
e ponto de honra do mesmo,
a crescente e a flor de
lis em prata, representam
o símbolo da padroeira, Nossa Senhora da Conceição, e que evoca o primitivo da vila Conceição de Itanhaém.
A
cor do metal prata, simboliza
na heráldica: paz, trabalho, amizade, audácia e coragem. Nos ornamentos exteriores, a haste do fumo e o galho do café fortificados são atribuídos às armas do Império do Brasil, homenagem prestada por Itanhaém aos vultos eminentes da Independência.
Na
fita vermelha, em letras
prateadas, a divina "Angulus Ridet"que significa 'recanto risonho', 'local aprazível'
ou 'ponto escolhido'.
O
uso do brasão é obrigatório em todas as repartições públicas municipais e em todas as classes de aula da rede municipal de ensino, através
da Lei no.1750 de 12 de
junho de 1991.
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