O mar de Itanhaém não está presente na vida das nossas crianças só nas férias, mas também nas salas de aula. Em 2025, a Rede Municipal de Ensino alcançou um resultado inédito na Olimpíada do Oceano, uma das principais competições educacionais voltadas à ciência e preservação marinha do país.
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Ao todo, mais de 600 medalhas foram conquistadas pelos estudantes da EM Bernadino de Souza Pereira, EM Eugenia Pitta, EM José Teixeira Rosas, EM Lions Clube e EM Silvia Marasca, sendo 340 de ouro, 158 de prata e 131 de bronze, além de 106 menções honrosas. O resultado é a prova de que as escolas municipais tem uma educação que vai muito além do conteúdo tradicional, estimulando a curiosidade, a pesquisa científica e a consciência ambiental.
De acordo com a Assessora de Educação Ambiental, Carol Peres, a participação de oito escolas municipais na Olimpíada do Oceano envolveu o desenvolvimento de pesquisas, atividades interdisciplinares e projetos pedagógicos que unem o aprendizado escolar à realidade, tendo o oceano como protagonista. “Os alunos foram incentivados a investigar, questionar e compreender a importância da preservação marinha, transformando cada conhecimento em atitude”, disse a assessora.
Além das medalhas individuais, Itanhaém também foi reconhecida por projetos especiais desenvolvidos nas unidades escolares, dando destaque ao papel dos professores no conhecimento e no incentivo à investigação científica.
Entre os projetos premiados, destacam-se:
▪︎ EM Leonor Mendes de Barros (AEE)
Projeto “Curiosidades do Oceano” — Medalha de Ouro
▪︎ EM Maria da Penha Corrêa Sanches
Projeto “Nossa onda é aprender, valorizar e preservar” — Medalha de Prata
▪︎ EM Dalva Dati Ruivo
Projeto “Geossistema Itanhaém Rio Branco” — Medalha de Bronze
▪︎ EM Eugênia Pitta Rangel Veloso
Projeto “Que lixo é esse?” — Medalha de Bronze
As quatro escolas premiadas mostram que a ciência pode ser construída de forma acessível, criativa, divertida e integrada aos desafios ambientais do dia a dia das crianças, despertando o senso de responsabilidade dos alunos com o futuro do planeta desde cedo.
Ao transformar o oceano em sala de aula, Itanhaém está formando mais do que medalhistas, mas cidadãos conscientes, preparados para cuidar e proteger a natureza.